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Aromaterapia BH

Aromaterapia - Como o incrível aroma de flores, ervas e até frutas podem trazer melhorias ao seu dia a dia, manter o equilíbrio e até aumentar o apetite sexual

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Aromaterapia

Utilizando o aroma de várias flores, frutas e ervas, a aromaterapia traz inúmeros benefícios para as pessoas.

No artigo a seguir você encontrará os seguintes tópicos:

  • Aromaterapia
  • Fitoterapia
  • História da aromaterapia
  • Óleos essenciais
  • Aplicações de aromaterapia
  • Aromaterapia em BH
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Aromaterapia


Ao longo da história das civilizações humanas alguns pontos de convergência chamam a atenção por se tratarem de características similares em povos de diferentes localidades geográficas, épocas, etnias, culturas e demais propriedades responsáveis pela caracterização de uma população. Povos originais de determinadas localidades, como os nativos do continente americano, africano, da Oceania e demais territórios que passaram por processos de colonização ou mesmo nas civilizações do mundo antigo, como egípcios, gregos e povos do extremo oriente.

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Todos os exemplos citados têm pontos em comum que podem levantar questões sobre pensamentos intrínsecos à organização da vida humana em sociedade. A formulação de um pensamento de ordem religiosa, a organização em uma certa hierarquia e a divisão de tarefas parecem ser algumas dessas semelhanças entre povos com condições de existência tão diferentes. Além das semelhanças citadas, um fator que caracteriza a ocupação humana de um espaço é o esforço pelo domínio das possibilidades e capacidades de exploração do ambiente à sua volta. De inúmeras maneiras as ocupações humanas fazem uso dos recursos naturais em seu próprio benefício. Esse uso possui variadas facetas, podem ser baseados no extrativismo exacerbado, na busca por lucros, na limitação da exploração de subsistência, de um aproveitamento harmônico, dentre outras possibilidades.

Antes de se pensar no aproveitamento de metais e pedras preciosas, de formações rochosas, de carvão mineral, petróleo e demais formas de relação extrativista entre ser humano e natureza comuns aos dias atuais, é importante perceber como se dava essa relação em épocas antigas, quando as técnicas e necessidades eram mais simples e rudimentares.

No contexto das primeiras formas de civilização, a relação entre homem e natureza se dava de forma mais harmônica. Muito desse comportamento está relacionado à forma rudimentar de técnicas de extração, bem como na ausência de necessidades de ordem econômica para realizar grandes extrações de bens naturais. Outro ponto importante para compreender essa relação é o conhecimento científico arcaico. Em uma sociedade com poucas explicações técnicas para a origem de elementos e de compreensão dos efeitos percebidos e sentidos pelo corpo humano é compreensível que a explicação de muitos fenômenos se desse a partir de subterfúgios que apelassem ao sobrenatural.

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É nesse contexto que a relação entre o homem e as forças da natureza acontecesse em um vínculo de ordem mística ou religiosa, num impulso que mistura contemplação, temor, respeito e harmonia. Os exemplos são dos mais diversos, mas o que interessa neste texto é tratar sobre a relação entre ser humano e as plantas. A preocupação e cuidados com a própria saúde, mesmo que no nível mais básico e simplório possível são intrínsecos ao ser humano. É de ordem natural buscar, por exemplo, o alívio de uma dor, ou uma forma de tornar a vida cotidiana mais agradável, manter uma boa disposição e melhorar os rendimentos em uma atividade qualquer. Pensando nos recursos científicos e tecnológicos escassos das civilizações antigas, uma das formas mais recorrentes de se pensar em métodos para a manutenção e o revigoramento da saúde física e mental era fazer uso das plantas naturais da região onde se vivia.

O conhecimento tradicional e cultural da população ia consolidando as funções de cada erva e vegetal, que passavam a ser tidos como os medicamentos para aquele povo. Um exemplo interessante é como se deu o início da erva tanchagem, muito comum no extremo oriente e já reconhecida cientificamente por suas propriedades terapêuticas. Conta-se que por volta do ano 130 a. C., uma tropa do exército chinês comandada pelo General Huo Qubing iniciou um contra-ataque aos hunos, povo que se situava principalmente a oeste da China.

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O ataque se deu durante o verão, em uma região muito seca e quente. Como não conheciam geograficamente o local do ataque, o exército chinês passou a sofrer muito com as condições climáticas do ambiente em que se encontrava. Vários soldados começaram a adoecer com sintomas como dores ao urinar, urina escurecida e inchaços na região do rosto.

O General Huo Qubing começou a se preocupar severamente com o progressivo adoecimento de sua tropa e passou a pensar em formas de curar os combatentes. Foi então que o tratador dos cavalos percebeu que os animais do exército não apresentavam nenhum dos sintomas notados nos soldados e também identificou que os cavalos comiam uma espécie de planta que se acumulava à frente de onde os carros que conduziam eram estacionados nos acampamentos da tropa. Quando o tratador apresentou sua descoberta ao General, Huo Qubing ordenou que fosse feita uma sopa com a planta e servida aos doentes. O resultado foi rápido e em pouco tempo a tropa chinesa se viu novamente em condições de batalha, tendo inclusive saído vitoriosa contra os hunos.

A planta foi batizada de cheqiancao, que em mandarim significa “na frente do carro”, se referindo à sua origem nos acampamentos do exército, e passou a ser utilizada na medicina tradicional chinesa. O exemplo da tanchagem é interessante para se perceber a forma como as plantas tinham suas propriedades medicinais descobertas ao acaso e a partir do resultado obtido por elas e da percepção de quem as usava em seu próprio corpo, eram assimiladas à cultura local.

Obviamente os resultados e efeitos foram estudados e seus motivos atestados conforme o avanço científico e tecnológico fosse progredindo ao longo do tempo, mas a realidade é que a maioria das aplicações terapêuticas de elementos naturais são conhecidos e utilizados pelo humano há milênios.

Fitoterapia

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A palavra fitoterapia é uma amálgama entre os termos gregos phyton e therapeia, que significam vegetal e tratamento, respectivamente. Portanto, trata-se do estudo e aplicação de plantas de forma medicinal. Como foi escrito na introdução desse texto, é difícil precisar onde e quando se deu a origem das práticas fitoterápicas, uma vez que em diversas populações em diferentes tempos e locais o uso de plantas medicinais acontecia, era investigado e assimilado dentro dos padrões culturais locais. A prática atual da fitoterapia bebe na fonte de milênios de conhecimento registrados pelas mais diversas culturas ao redor do globo e se ancora no conhecimento científico contemporâneo que atesta as propriedades terapêuticas de cada planta.

A fitoterapia se baseia na utilização das plantas e seus derivados de forma natural, em diferentes formas de apresentação farmacêutica. Não é o utilizado o conceito de princípios ativos isolados, que é uma das bases da técnica da alopatia, a produção de medicamentos que atuam no sentido contrário ao da doença que busca ser curada (medicamentos “comuns”, de farmácias). A fitoterapia, por seu uma prática ampla e com grande ligação cultural e territorial, possui uma série ramificações e campos de atuação diferentes. Cada um deles aprimora suas metodologias e sua abrangência de atuação.

Aromaterapia

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A aromaterapia é um dos ramos da fitoterapia. Como o próprio nome diz, ela trabalha com os aromas, cheiros, de forma terapêutica, buscando estabelecer um equilíbrio e bem-estar físico e mental. A aromaterapia é considerada uma forma de terapia holística, ou seja, abrangente, global, integral. Isso significa que não atua de forma específica para tratamento de um problema ou em uma região do corpo, mas busca a compreensão da saúde humana como uma totalidade, compreendida por todos os sistemas do organismo, a saúde física e a saúde mental trabalhando como um conjunto integral e, portanto, que não pode ser curado a partir de um local ou ação específicos.

História da Aromaterapia

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As primeiras aplicações de práticas que levavam os aromas em consideração no processo terapêutico datam das civilizações mais antigas, de cerca de 5 mil anos atrás. A maioria deles provenientes do oriente em países como a China e a Índia, onde se tem registros de textos aliando a saúde física e espiritual aos óleos aromáticos. Gregos e Egípcios também tem registros sobre o uso terapêutico de aromas. Na Grécia Antiga, Hipócrates (considerado o pai da medicina) fazia uso de aromas na tentativa de erradicar pragas urbanas.

As práticas ocidentais relacionadas à aromaterapia tiveram sua origem no intercâmbio cultural com os orientais no contexto das Cruzadas, movimento militar e religioso dos países europeus com o objetivo de conquistar a região de Jerusalém. As Cruzadas foram recorrentes no período entre os séculos XI e XIII. No século XX, houve um aumento no interesse pela aromaterapia dentro do ocidente. Esse fenômeno foi provocado principalmente pelo crescimento da atenção às propriedades medicinais dos óleos essenciais.

Óleos essenciais

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Basicamente, os óleos essenciais são substâncias presentes em diversas plantas, podendo ser extraídos de flores, frutos, sementes, folhas, raízes e demais partes, dependendo da espécie. Os óleos essenciais possuem a característica de serem bastante voláteis, ou seja, de fácil e rápida evaporação. É por isso que são usados na aromaterapia, uma vez que sua volatilidade exala aromas de acordo com o óleo utilizado.

Os óleos essenciais podem ter suas propriedades aproveitadas pelo corpo humano de diversas formas, uma delas é através da inalação, prática utilizada pela aromaterapia. Existem vários tipos de óleos essenciais e os mais utilizados na aromaterapia são os de:

  • Alecrim
  • Camomila
  • Eucalipto
  • Gerânio
  • Hortelã
  • Lavanda
  • Limão
  • Rosa

Aplicações da aromaterapia

A aromaterapia é uma forma de terapia complementar. Ou seja, ela atua em conjunto com outros tratamentos para aliviar dores, desconfortos, doenças e demais problemas de saúde. Para se realizar a aromaterapia é importante conhecer as propriedades dos óleos medicinais para que se possa realizar a escolha adequada de acordo com os objetivos desejados.

Os óleos essenciais podem ser absorvidos pelo corpo humano de diversas formas, incluindo a inalação, massagens e águas de banho. Por ser uma terapia holística, a aromaterapia tem como base cuidar da pessoa como um todo, buscando um equilíbrio entre as funções físicas do organismo e também entre corpo e mente. Portanto, não busca tratar uma doença ou problema de saúde específico, de forma direta. Ainda assim tem seu uso recorrente e efetivo para situações como:

  • Dores musculares
  • Reumatismo
  • Problemas de digestão
  • Disfunções no ciclo menstrual
  • Problemas hormonais
  • Estresse
  • Ansiedade
  • Insônia
  • Depressão

Aromaterapia em BH

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Uma boa aplicação da aromaterapia é fator imprescindível para que os resultados sejam alcançados. Um profissional experiente e sensível sabe fazer a escolha do óleo certo para o momento do paciente e optar pela forma mais adequada de aplicação.

A Clínica Natur é uma das principais clínicas na área de aromaterapia em Belo Horizonte. Com profissionais experientes e especializados em práticas de medicina integral, a Natur é o local ideal para realizar técnicas fitoterápicas e consultar várias outras especialidades, coordenadas pelo dr. Jean Eldin e pela dra. Thatiane Pitaluga.

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