Carregando...

Pedrinho Baterias

Pedrinho Baterias BH - Encontre a opção ideal de bateria agora mesmo.

Saiba Mais
bateria bh - bateria power

Baterias BH

A bateria é um item muito importante para seu veículo, conheça agora os principais modelos e identifique qual a melhor para seu veículo.

No artigo a seguir você encontrará os seguintes tópicos:

  • História
  • Baterias
  • Guitarras
  • Teclados
  • Contrabaixos
  • Pianos
Saiba Mais

Conheça um pouco da nossa linha de instrumentos

Instrumentos Musicais

Bateria AC DELCO

pedrinho baterias - ac delco

Guitarra fender stratocaster

Entrar em Contato

Bateria EXCELL

Baterias BH - bateria excell

Bateria pearl preta

Entrar em contato

Bateria Ajax

Pedrinho baterias - bateria ajax

Baixo Tinonim

Entrar em contato

Bateria Helliar

baterias bh - bateria helliar

Alargador 4mm

Entrar em Contato

Bateria Pioneiro

pedrinho baterias - bateria pioneiro

Alargador Batman

Entrar em contato

Bateria Moura

Baterias BH - bateria moura

Saxofone Yamaha

Entrar em contato

Loja de instrumentos musicais em BH


Controles remotos, uma série interminável de brinquedos, aparelhos digitais sem fio, utensílios domésticos, lanternas, barbeadores, câmeras fotográficas, notebooks, telefones celulares e até automóveis! Sim, todos os objetos citados acima têm uma coisa em comum. A necessidade do uso de pilhas e baterias para seu funcionamento! A energia proveniente dos componentes químicos utilizados nas pilhas e baterias é essencial para que vários objetos de grande importância na vida contemporânea funcionem da maneira adequada, mas se engana quem pensa que essa é uma invenção recente, ou mesmo de alguns séculos atrás. A primeira pilha e seu mecanismo de funcionamento foi descoberta e desenvolvida há mais de duzentos anos, no fim do século XVIII!

A história das pilhas e baterias

teste de bateria- pedrinho baterias

A história da descoberta da pilha começa em um contexto um tanto quanto inusitado, mas que diz muito sobre a maioria das grandes descobertas da humanidade. Elas geralmente ocorrem ao acaso e dependem da capacidade de grandes cientistas serem atentos aos fatos serendipitosos, ou seja, grandes descobertas feitas “quase sem querer”. Bom, vamos ao fato. O ano era 1786 e o anatomista italiano Luigi Galvani estava em seu laboratório realizando estudos anatômicos em uma rã. Galvani realizava seus estudos em uma mesa onde se encontrava uma máquina eletrostática, um mecanismo que transforma a energia estática (do movimento) em energia elétrica. Essa máquina estava transferindo uma pequena quantidade de energia para a mesa onde estava a rã.

Galvani percebeu que toda vez que tocava na rã com seu bisturi de metal a coxa da rã apresentava leves contrações. Tentando entender o fenômeno presenciado, Luigi Galvani passou a formular teorias que explicassem o que havia acontecido. Ele chegou à conclusão de que os metais utilizados no processo eram apenas condutores de energia, que na verdade provinha da rã, e assim postulou a teoria da “energia animal”.

A ideia de Galvani se popularizou dentro da comunidade científica da época e passou a ser testada e contestada. Um dos cientistas que obteve êxito nesse processo foi o físico Alessandro Volta, também italiano. Volta realizou uma série de experimentos com metais eletrizados e percebeu que quando uma placa e um fio eram feitos do mesmo material não ocorriam as contrações no músculo do animal. Sendo assim, Volta concluiu que na verdade a energia não provinha do animal, mas sim dos metais e que o animal apenas atuava como um condutor no processo. A teoria de Alessandro Volta estava correta e refutou a ideia original de Galvani.

Esse tipo de situação é extremamente comum dentro do mundo científico. As grandes descobertas passam por várias provações e precisam apresentar provas consistentes para serem tomadas como uma verdade prática e foi isso que Alessandro Volta teve de fazer para demonstrar que sua teoria estava correta. Para entender melhor o experimento utilizado por Volta é preciso entender alguns conceitos básicos. Primeiro é preciso compreender o que é uma solução eletrolítica.

Trata-se de uma dissolução em água de uma substância que libera íons. Íons são átomos que perderam ou ganharam elétrons ficando com cargas elétricas positivas ou negativas, sendo capazes de transferir eletricidade durante uma reação. No experimento de Volta, o cientista selecionou um circuito formado por uma solução eletrolítica e a colocou em contato com dois eletrodos metálicos (placas de metal). A solução foi chamada de condutor molhado e os eletrodos chamados de condutores secos. Volta mergulhava os dois condutores secos dentro da solução e os ligava por meio de um fio metálico. Ali se percebia a existência de condução de eletricidade. Comprovando que sua teoria estava correta. Com o passar do tempo, Volta foi aperfeiçoando seus experimentos e percebendo formas de melhorar e aumentar a energia envolvida no fluxo elétrico. Um exemplo foi a percepção de que metais diferentes faziam variar esse fluxo. Já no início do século XIX, Volta criou a primeira pilha, uma aplicação prática de seu experimento.

Tratava-se de um cilindro preenchido por discos de feltro embebidos em uma solução de ácido sulfúrico (uma forma de solução eletrolítica). Esse cilindro era tampado em uma extremidade por um disco de cobre e na outra extremidade por um disco de zinco (os discos de metais diferentes ocupam a função dos eletrodos). Essa estrutura foi empilhada em várias outras semelhantes e todas foram conectadas por um fio metálico, responsável pela condução da eletricidade. A partir desse momento a energia química passou a ser considerada de maneiras práticas.

pilha de volta - pedrinho baterias

Pilha de Daniell

A grande revolução no cenário das pilhas e baterias depois dos inventos de Alessandro Volta aconteceu algumas décadas depois, quando em 1836 o químico inglês, John Frederic Daniell, utilizou dos mesmos conceitos que o cientista italiano para aprimorar a invenção e torna-la mais viável no aspecto prático. A invenção de John Frederic Daniell passou a ser conhecida como a Pilha de Daniell e é uma forma básica das pilhas e baterias que se utiliza atualmente.

A Pilha de Daniell era composta por dois recipientes preenchidos com soluções diferentes. O primeiro continha uma solução de sulfato de zinco (ZnSO4) e o segundo continha uma solução de sulfato de cobre II (CuSO4). Nesses recipientes eram mergulhadas uma placa de zinco na solução de sulfato de zinco e uma placa de cobre na solução de sulfato de cobre. As duas placas eram conectadas por um fio de cobre e as duas soluções eram conectadas por um tubo contendo uma solução eletrolítica, chamada de ponte salina.

pilha de daniell - baterias bh

O funcionamento da pilha de Daniell se dá da seguinte forma: o zinco, por ser mais reativo que o cobre (se oxida mais rápido, perdendo elétrons), se constitui no eletrodo negativo, chamado de ânodo. Os elétrons perdidos pelo zinco são transferidos pelo fio de cobre para a placa de cobre e em seguida para a solução de sulfato de cobre. Os íons de cobre da solução recebem os elétrons e sofrem o processo de redução, sendo então a placa de cobre o eletrodo positivo, chamado de cátodo.

Nesse processo, o fluxo de energia é maior, não havendo a necessidade de utilizar vários mecanismos para obtenção de uma quantidade significativa de eletricidade, por isso a pilha de Daniell foi revolucionária e é, até hoje, estudada como o padrão das pilhas e baterias.

Diferença entre pilhas e baterias

pilhas e baterias - pedrinho baterias

As pilhas e as baterias são estruturas bastante semelhantes, portanto, antes de elencar as diferenças entre as duas é interessante citar as suas propriedades similares. A começar pela forma de gerar eletricidade. Existem várias fontes de energia e cada uma delas pode ser transformada por diferentes métodos. Por exemplo, um chuveiro transforma energia elétrica em energia térmica, esquentando a água do banho. Um motor de um carro transforma a energia térmica provocada pela queima do combustível em energia mecânica, que permite que o carro ande. Um gerador à diesel transforma a energia térmica da queima de combustível em energia mecânica para o funcionamento de seu motor e depois transforma essa energia mecânica em energia elétrica. O próprio corpo humano transforma a energia química das reações metabólicas em energia mecânica para a movimentação dos músculos.

Bom, passados os vários exemplos, voltemos às pilhas e baterias, que tem como sua característica semelhante básica o fato de transformarem energia química em energia elétrica. Esse processo se dá por meio de reações espontâneas em que ocorre a transferência de elétrons, gerando o fluxo de eletricidade.

A grande diferença entre as pilhas e as baterias está na composição do sistema que permite essas reações. Uma pilha possui apenas dois polos, um positivo e um negativo (os dois eletrodos, cátodo e ânodo) e um eletrólito (ponte salina). A bateria, no entanto, é formada por um conjunto de várias pilhas ligadas em paralelo ou em série.

Funcionamento da bateria

A bateria formada por pilhas ligadas em paralelo é composta por um conjunto de pilhas em que todos os polos positivos estão ligados um ao outro e os polos negativos estão ligados um ao outro. Para gerar eletricidade os fios condutores de cada polo são ligados em um momento.

No caso da bateria formada por pilhas ligadas em série cada polo positivo é ligado a um polo negativo e assim se segue sucessivamente gerando eletricidade a partir das reações químicas. Cada forma de organização de uma bateria significa um potencial elétrico diferente. Esse potencial é medido em volts, uma unidade de tensão elétrica. O nome dessa unidade de medida é uma homenagem ao físico italiano Alessandro Volta, já citado no início desse texto!

Uma bateria ligada em paralelo apresenta uma tensão elétrica igual a cada uma das pilhas individualmente, embora tenha uma maior corrente elétrica. Em uma bateria ligada em série a tensão aumenta, tornando sua voltagem maior.

Bateria Automotiva

bateria heliar - pedrinho baterias

Uma bateria automotiva é normalmente formada por seis pilhas ligadas em série. Cada pilha tem a capacidade de tensão elétrica medida em 2 volts, portanto, a bateria tem uma força eletromotriz de 12 volts totais. A composição mais comum de uma bateria de automóvel tem como elemento central o chumbo, por isso também pode ser conhecida como bateria de chumbo.

A bateria automotiva é formada por placas de chumbo metálico com placas de chumbo revestidas de óxido de chumbo entre elas e todas essas placas separadas por camadas de papelão ou plástico (materiais não condutores de eletricidade). Essas duas placas estão imersas em uma solução aquosa de ácido sulfúrico (H2SO4). O polo negativo da bateria de um automóvel (ou o ânodo da bateria) são as placas de chumbo metálico. Isso significa que elas são as estruturas que sofrem oxidação, perdendo elétrons.

bateria moura - baterias bh

O polo positivo da bateria de um automóvel (ou o cátodo da bateria) são as placas de chumbo revestidas de óxido de chumbo. Elas recebem os elétrons provenientes das placas de chumbo metálico e sofrem o processo de redução. Em uma bateria automotiva, a ligação ocorre entre o conector positivo e o conector negativo, ou seja, trata-se de uma bateria ligada em série, por isso somam os valores de tensão elétrica das reações que a compõe. São seis pilhas de 2 volts, resultando em um potencial total de 12 volts.

Todos os processos citados anteriormente se referem à descarga da bateria, mas eles são reversíveis, ou seja, a bateria pode se recarregar. Basta que se aplique uma corrente elétrica contínua com uma variação potencial que inverta seus polos, fazendo com que a reação tome um caminho inverso, reestabelecendo os elétrons do ânodo e retornando o cátodo à sua composição original.

Formas de aumentar a vida útil da bateria

Uma bateria automotiva dura, em média, de 2 a 3 anos, mas um uso inadequado pode reduzir esse tempo drasticamente, portanto, é importante saber como conservar a bateria do automóvel. Confira algumas dicas:

- Itens como som, faróis, luzes internas e outros itens que consomem baterias devem ser desligados quando o motor não estiver em funcionamento. Além disso há carros que não desligam esses itens automaticamente, portanto é importante estar atento para não deixa-los ligados à toa.

- É importante manter os polos da bateria limpos, pois eles estão sujeitos à oxidação devido ao modo de funcionamento da bateria. Uma boa dica para evitar a oxidação é colocar vaselina ou produtos antioxidantes específicos.

- Dar partida com os faróis ligados reduz significativamente a durabilidade da bateria do automóvel.

- Melhores marcas de baterias automotivas - Moura Baterias - Heliar - ACDelco - Bosch

Baterias automotivas BH

As grandes cidades concentram boa parte da população do Brasil. Estima-se que hoje, por dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, que mais de 84% da população brasileira ocupa ambientes urbanos e apenas 15% mora em regiões rurais. Nesse contexto, é sempre interessante perceber os serviços necessários para que a cidade siga funcionando em seu ritmo normal e, com isso, fornecê-los como uma forma de prestá-los.

A Confederação Nacional dos Transportes (CNT) estabelece um indicador que oscila entre 0 e 1 para determinar a quantidade de automóveis por pessoas em uma cidade. Quanto mais próximo o indicador estiver do ponto máximo, maior a quantidade de automóveis por cabeça.

Entre todas as capitais do Brasil, Belo Horizonte tem o maior número no índice, alcançando a marca de 0,65. Na segunda colocação entra São Paulo, a maior metrópole do país tem uma marca de 0,61. A taca foi calculada utilizando dados do IBGE referentes à população e do Denatran relativos à frota, todos considerando o ano de 2015.

Pedrinho Baterias

Pedro Henrique Píramo dá o nome à empresa que hoje é referência na manutenção automotiva e venda de autopeças em BH e região metropolitana. Mas não sempre assim. Pedro, ou Pedrinho, teve uma infância humilde e com poucas perspectivas de futuro, assim como a maioria dos jovens de periferia nas grandes cidades brasileiras.

A paixão por automóveis moveu Pedro a procurar trabalho na área. Sonhando em ser piloto na primeira infância, logo percebeu que se quisesse ficar perto dos carros deveria buscar uma estratégia mais simples. Foi então que Pedro começou a trabalhar em oficinas mecânicas próximo de seu bairro e, autodidata, foi conhecendo cada sistema dos automóveis e acabou por se especializar na parte elétrica.

Com o tempo, Pedrinho passou a juntar os ganhos mensais e investir no mercado de baterias, fornecendo serviço de venda e instalação por preços mais baratos aos clientes das oficinas onde trabalhou. Aos poucos o negócio cresceu e foi se moldando como uma das maiores revendedoras de baterias automotivas das marcas de primeira classe em Belo Horizonte.

Entre em contato agora mesmo - Pedrinho Baterias BH

alargador 4mm local

Endereço

Praça Raul Soares - BH

E-mail

contato@evotekone.com.br

Telefone para Contato

(31) 3292-7257

WhatsApp - Celular

(31) 9357-1951