Qual o melhor óleo de cozinha para a saúde?

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Qual o melhor óleo de cozinha para a saúde?

A evolução da tecnologia ao longo de todos os anos trouxe vários benefícios para a humanidade. Entre vários outros, como a facilidade de comunicação que temos nos dias de hoje – é possível conversar com uma pessoa do outro lado do mundo, por vídeo, de forma instantânea –, uma das principais vantagens é, sem nenhuma dúvida, os avanços que temos na área da saúde.

Médicos, especialistas e profissionais dessa área em todo o mundo buscam, praticamente todos os dias, descobrir novos métodos para prevenir doenças, além de ter o conhecimento de todos os efeitos que uma substância pode gerar no corpo humano. A intensa busca para essas respostas é responsável por gerar uma expectativa e uma qualidade de vida consideravelmente melhor para todos os humanos.

A partir de tudo isso, uma discussão sempre está em pauta quando o assunto é saúde e alimentação: as frituras. Nos dias de hoje, sabemos que as frituras podem fazer um mal danado para a saúde, mas que é praticamente impossível viver sem elas. Afinal, qual pessoa em sã consciência conseguiria evitar comer uma batata frita ou algum outro alimento que passa por esse processo?

Bom, a grande maioria de vocês leitores sabe que, para fritar algo no fogão, é necessário o uso de óleos e, muitas das vezes, são estes que causam os males para a nossa saúde. Dessa forma, nesse artigo iremos falar mais sobre os óleos de cozinha e outras informações acerca do assunto. Além disso, tentaremos responder a seguinte pergunta, a qual pode ser do interesse de várias pessoas: Qual o melhor óleo de cozinha para a saúde?

A gordura e o corpo humano

Quando falamos em gordura, muitas das pessoas que se preocupam com a saúde pensa em coisas ruins e que devem manter distância. Bom, este é o sentido de senso comum que a palavra tem e, como já sabemos, nem sempre o senso comum possui um sentido correto das coisas.

De forma bastante básica e didática, profissionais da área da saúde dividem as gorduras de duas maneiras diferentes. Estas, por sua vez, são as “gorduras boas” e as “gorduras ruins”. Para entende melhor sobre isso, podemos falar de cada um de forma separada:

– “Gorduras Boas”:

As gorduras boas, ou seja, aquelas que podem ser consumidas sem maiores complicações para a nossa saúde, são aquelas conhecidas como insaturadas. Estas também são divididas em dois grupos: as gorduras poliinsaturadas e as gorduras monoinsaturadas.

No caso da primeira, esta é mais encontrada em peixes, onde a mais famosa é, sem nenhuma dúvida, o ômega 3. Os principais animais que possuem essa gordura são o salmão, o atum, as sardinhas, dentre outros. Além disso, as gorduras poliinsaturadas podem ser encontradas nos óleos vegetais extraídos de plantas.

Já no segundo caso, das gorduras monoinsaturadas, estas são mais encontradas em algumas frutas e sementes. Os principais elementos onde é possível encontrar esse tipo de gorduras são as nozes, as avelãs, as amêndoas e os abacates.

– “Gorduras Ruins”:

As chamadas gorduras ruins são as gorduras saturadas e as trans. Estas podem causar problemas na saúde, como o aumento do colesterol ruim e, consequentemente, gerar doenças do coração.

No caso das trans, estas são nada mais do que gorduras vegetais que, por conta de um processo industrial, são transformadas – e daí o nome – em graxos. Já a gordura saturada é aquela que é mais encontrada em elementos que são advindos dos animais e que, em temperatura ambiente, se encontram em sua forma sólida.

No entanto, mesmo com todas essa informações, as gorduras ruins não são todo esse bicho de sete cabeças que a grande maioria das pessoas pensam. Apesar de, sim, ter que existir uma grande moderação no consumo desse tipo de substância, elas podem ser ingeridas de forma tranqüila sem causar danos para a nossa saúde.

Qual o melhor óleo de cozinha para a saúde?

Antes de qualquer coisa, é proveitoso para o leitor saber que a grande maioria dos óleos de cozinha usado para as frituras e outros tipos de pratos é de origem vegetal, podendo ser de proveniência monoinsaturada ou poliinsaturada. Se consumido da maneira certa, esse tipo de elemento é responsável por dar ao nosso corpo a energia necessária para desempenhar as atividades do dia a dia.

Além disso, serve para regular outras funções do nosso organismo, como, por exemplo, o bom funcionamento do intestino. No entanto, como vimos, se consumido de maneira errada, os óleos de cozinha podem trazer conseqüências significativamente negativas para a saúde do ser humano.

Por esse motivo, é importante ter o conhecimento necessário para escolher a melhor opção nas prateleiras do supermercados.

Bom, como a grande maioria dos leitores já sabe, é sempre difícil estabelecer uma só resposta quando o assunto é corpo humano. Isso se dá pelo fato de que a complexidade do nosso organismo não nos permite ter respostas únicas e universais, uma vez que cada pessoa reage de maneira diferente frente a uma substância.

Sendo assim, separamos para vocês os melhores óleos para cozinhar, onde falaremos informações importantes acerca da substância em questão e quais são as suas vantagens e desvantagens. Vamos lá!

  1. Azeite de Oliva Virgem:

Este é um dos tipos mais utilizados por quem se preocupa com a saúde. No entanto, ao contrário do que a grande maioria das pessoas pensa, o azeite de oliva virgem pode sim ser aquecido sem perder as suas propriedades. Para o melhor entendimento é necessário dizer que a grande maioria dos óleos vegetais não traz males para a nossa saúde. No entanto, quando são aquecidos, é comum que percam as suas propriedades e se tornem gorduras trans (que são prejudiciais à saúde).

Voltando ao azeite de oliva, esta é uma substância rica em gordura monoinsaturada. Por esse motivo, se consumido da maneira certa, ela pode aumentar o colesterol bom (HDL) e diminuir o colesterol ruim (LDL). Um dos pontos mais positivos é que esse óleo pode ser esquentado até uma temperatura próxima de 180º C sem perder nenhuma de suas propriedades.

Não é muito caro, o que pode ser uma ótima notícia para muitos. No entanto, não possui um gosto acentuado e isso pode ser um ponto negativo.

  1. Manteiga:

Outro elemento que geralmente é visto como um vilão para o senso comum mas, na verdade, o buraco é mais embaixo é a manteiga. Apesar de ser um óleo de proveniência animal e, por esse motivo, ser classificado como gordura saturada, as moléculas são consideravelmente menores. Isso faz com que o nosso organismo identifique como se fosse uma gordura vegetal, tornando possível o seu metabolismo.

Apesar disso, não deve ser consumido em quantidades exorbitantes.

  1. Óleo de coco extravirgem:

Conhecido por ser um dos elementos mais versáteis de todo o mundo, já que é utilizado em cosméticos, alimentos ou mesmo puro para várias finalidades, o óleo de coco extravirgem também é uma boa opção quando o assunto é óleo de cozinha.

Como o nome já propõe, é extraído do coco e, ao contrário do que muitos pensam, possui muitas gorduras saturadas em sua composição. No entanto, a exemplo do que foi citado no tópico anterior, os triglicerídeos presentes são de cadeia média – e não de cadeia longa como na grande maioria das vezes. Isso faz com que possa ser metabolizado de maneira mais fácil e eficiente.

Além disso, outro benefício desse tipo de óleo é a sua resistência a grandes temperaturas, podendo ser exposto até 250º C sem perder as suas propriedades principais. Além de poder ser utilizado em processos de fritura, essa substância também pode ser usada em preparos crus, como saladas e outros.

  1. Óleo de Abacate:

O Abacate é uma das frutas mais apreciadas no Brasil. Esse alimento produz um óleo vegetal com grandes quantidades de gorduras monoinsaturadas, que podem ser altamente benéficas para a nossa saúde. A exemplo de outros já citados nesse artigo, suporta altas temperaturas sem perder as suas propriedades básicas.

Os únicos pontos que podem ser negativos são o preço e a dificuldade de encontrar esse produto em supermercados convencionais. Desse modo, o mais indicado para quem deseja fazer o consumo dessa substância é ir a uma loja especializada em elementos naturais.

Quais óleos não devem ser utilizados para cozinhar?

Como já falado anteriormente, algumas substâncias podem causar um mal danado para a nossa saúde. Por esse motivo, falaremos agora de quais são os óleos de cozinha que não devem ser utilizados para cozinhar:

  • Óleo de Soja: Esse é, com certeza, o óleo mais utilizado pela grande maioria das famílias brasileiras. No entanto, quando exposto a altas temperaturas, o óleo de soja se transforma em gorduras que fazem mal para o nosso organismo, aumentando o colesterol ruim e diminuindo o colesterol bom;
  • Óleo de Canola: Se engana quem pensa que para fugir do óleo de soja, deve recorrer ao óleo de canola. Muitas páginas na internet sugerem essa substituição, a qual não poderia estar mais errada. Isso se dá pelo fato de que o óleo de canola vem de um elemento chamado Colza, o qual é geneticamente modificado e é tóxico para o organismo;
  • Óleo de Girassol: Situação semelhante ao óleo de soja;
  • Azeite Extravirgem: É saudável para ser colocado em pratos frios, como saladas e outros, mas nunca para o cozimento. Neste caso, deve ser utilizado o azeite Virgem.

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